3 mitos sobre gestação e psicofármacos

A gestação é um período caracterizado por modificações hormonais, físicas e mentais que podem atuar diretamente na saúde da mulher. Não tratar a sintomatologia psíquica pode cursar com sérias consequências para a dupla mãe-bebê. A decisão de iniciar o uso de psicofármacos para a gestante deve basear-se na gravidade da doença mental desta e quando o risco para o feto for superado pelo risco do não tratamento da sintomatologia materna. Para isso, a equipe que acompanha a gestante, obstetra e...

3 mitos sobre o uso de benzodiazepínicos

Os benzodiazepínicos são um grupo de psicofármacos com propriedades sedativas e capazes de promover diminuição da ansiedade, sendo classificados como sedativo-hipnóticos. São os fármacos que mais se destacam entre os ansiolíticos, amplamente utilizados para enfermidades que cursam com sintomas ansiosos, tais como transtorno do pânico, fobia social e fobias comuns (como medo de avião, de agulha e de apresentações em público). Ainda são largamente prescritos como indutores do sono, apesar de um crescente cuidado na prescrição de fármacos mais seguros...

3 mitos sobre o uso de estabilizadores de humor

Os estabilizadores de humor são psicofármacos que atuam em múltiplas morbidades inclusive como anticonvulsivantes, sendo amplamente prescritos para quadros de epilepsia e outras enfermidades que cursam com convulsões, também são antienxaquecosos e atuam no tratamento e prevenção da enxaqueca. Além destas funções importantes, podem ser utilizados para o auxílio de vários sintomas, muitos deles relacionados à impulsividade, amenizando estados de agitação e agressividade, modulando o humor, possibilitando mais estabilidade das emoções e da conduta e, com isso, uma melhor qualidade...

3 Mitos sobre o uso de Antipsicóticos

Os antipsicóticos são medicamentos que surgiram na década de 50 (clorpromazina em 1957 e o haloperidol em 1959) e atuam no sistema dopaminérgico. Funcionam como antagonistas do receptor D2, diminuindo a sua ativação pela dopamina. Os efeitos de controle sobre os sintomas da esquizofrenia entre eles, alucinações, delírios, agitação psicomotora surgem quando a maioria dos receptores D2 estão bloqueados pelo antagonista, papel executado pelos antipsicóticos. Hoje em dia, os antipsicóticos mais novos também atuam sobre outros receptores, como o serotoninérgico,...