Minha comunicação para o blog nesta data vem motivada por experiências e realizações pessoais e profissionais. Não sei se acontece com você, colega psicoterapeuta, de sentir-se invalidado quando, por exemplo, age de uma forma coerente com sua emoção e talvez não atenda às expectativas de outras pessoas sobre como você, psicólogo, deveria sentir-se ou agir.
Esta comunicação vem, então, nos lembrar de que nosso trabalho pessoal não tem fim – quero dizer, somos nosso principal “instrumento de trabalho”, e isso não significa que devamos ser perfeitos ou irretocáveis, justamente o contrário. Somos quem somos, em todas as facetas e imperfeições. E nunca estaremos prontos. Longe de dizer que somos insuficientes, quero dizer que estamos em constante trabalho de desenvolver uma maior consciência de nós mesmos, seja o que for encontremos quando colocamos luz para nos olhar.
No vídeo a seguir, compartilho algumas das questões com as quais me deparo como pessoa e como psicoterapeuta e que encontrei nas Terapia Comportamental Dialética (DBT), uma forma muito objetiva a didática de me desenvolver.
Um dos componentes do tratamento DBT é o treinamento de habilidades, que é composto por quatro módulos: regulação emocional, efetividade interpessoal, aceitação radical e mindfulness.
A equipe do DBT CEFI oferece um treinamento destas habilidades para profissionais da saúde e da educação, com o objetivo de oferecer uma vivência prática de um grupo de DBT, aprender as habilidades de forma teórica e experienciar na prática. Espera-se também, com este espaço, facilitar uma melhor relação dos profissionais com suas experiências internas (pensamentos, emoções) e consequentemente com seus diferentes contextos de vida e interação.
Se fez sentido para você, compartilhe com outros colegas que também entendem que somos nossos principais instrumentos de trabalho, e que estão em constante auto observação e desenvolvimento.

