O ar que respiramos nas terapias contextuais

Nos últimos dias estive lendo materiais sobre o conteúdo da mesa da qual vou fazer parte no Congresso do CEFI, e um trecho de um livro me chamou a atenção: “Eu pretendo demonstrar como as suposições filosóficas são semelhantes ao ar que respiramos: tipicamente invisíveis, integrais ao nosso funcionamento diário e, no entanto, muitas vezes tomadas como garantidas (…) sua visão de mundo molda silenciosamente a forma como você pensa e age, influenciando as teorias, terapias, técnicas e dados que...